Lançado no mercado nacional um capacete para proteção individual produzido a partir de derivados da cana-de-açúcar. O material, 100% renovável, torna o capacete completamente reciclável. Além disso, a produção do capacete é mais sustentável, já que cada unidade produzida sequestra 230g de CO2 da atmosfera.

Um fabricante de equipamentos de proteção individual, preocupado com os conceitos de sustentabilidade e de imagem corporativa, passou a utilizar matéria-prima renovável na produção dos cascos de capacetes de segurança.

Na produção do capacete com as matérias-primas tradicionais (polietileno petroquímico e pigmentos), para cada unidade produzida são emitidos 1029 g de CO2 na atmosfera, enquanto com o capacete sustentável (polietileno verde e pigmentos) sequestra 230g de CO2 da atmosfera (número negativo), isto é, no balanço de emissões, o processo produtivo retira mais CO2 da atmosfera do que emite.

Os resultados levam à conclusão que, a substituição de matérias-primas no processo de fabricação com o objetivo de preservação do meio ambiente, pode tornar ao fabricante ecoeficiente porque envolve o atendimento e superação dos requisitos legais e regulamentares associados às suas instalações, produtos e serviços, da postura ética e transparente na conduta dos negócios e no relacionamento com suas partes interessadas.

Fonte: MSA

Achou útil essa informação? Compartilhe com seus amigos! 😉