As mãos, além de serem membros indispensáveis à nossa saúde, bem-estar e eficiência, sendo também partes muito frágeis do nosso corpo, estando constantemente submetidas aos mais diversos riscos.

Acidentes mais comuns:

Cortes: São causados por objetos cortantes como lâminas e demais superfícies afiadas. Para evitá-los, o ideal é ter bastante atenção na hora de manusear esse tipo de equipamento e jamais dispensar o uso do EPI.

Prensamentos: Os prensamentos são causados pela sobreposição de objetos pesados sobre as mãos, impedindo que o indivíduo as retire do local. Eles imobilizam os membros e podem prejudicar severamente as estruturas das mãos, rompendo tendões, quebrando ossos e desagregando tecidos.

Esfolamentos: O esfolamento da mão consiste na remoção da pele desta tornando desprotegidas as suas camadas mais sensíveis. Em geral, os esfolamentos são causados por pressões ou prensagens em determinadas máquinas ou equipamentos.

Perfurações: As perfurações são decorrentes da introdução de instrumentos perfurocortantes nas mãos, e causam lesões graves.

Fraturas: A fratura se caracteriza pelo rompimento da extensão de um osso. Nas mãos, pode significar a quebra de um dos dedos, por exemplo.

Choques elétricos: Choques são acidentes bastantes comuns envolvendo as mãos. Decorrem do contato desprotegido em correntes elétricas. Se utilizados os EPIs, os choques elétricos podem ser totalmente abolidos.

Alergias: Decorrem do contato das mãos com substâncias nocivas, inapropriadas para o contato direto com a pele do trabalhador.

Queimaduras: Podem ser causadas por materiais demasiadamente quentes ou frios ou ainda por substâncias químicas. São bastante perigosas para a saúde das mãos.

Amputações: É a forma mais severa de acidente envolvendo as mãos do trabalhador e se caracterizam pela completa perda de um ou de ambos os membros.

Os EPIs são indispensáveis para preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. É fundamental a sua utilização diária e permanente por todos os colaboradores, pois um minuto sem usá-los já pode ser suficiente para que o trabalhador sofra alguma lesão ou perda.

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